China in box

Voltei no massagista chinês que só sabe falar “tila lopa” em português.

Não consegui dizer a ele que poucas vezes na vida me senti tão massacrada por tanta gente ao mesmo tempo e que nunca levei tanta pancada ao mesmo tempo vinda de tantas direções diferentes e que, por isso, o trabalho dele de tentar desestressar meu corpinho com aquela massagem e aquelas agulhas seria difícil.

Não consegui dizer a ele que em breve, muito em breve, estarei lá na China, lá na terra que ele deixou para trás e que sente tanta saudade. Bom, ao menos eu entendi que ele sente saudade quando, da outra vez, ele me disse beijin bom, luanda, no bom.

Eu discordo dele sobre Luanda. Eu acho Luanda bom. Só que, de momento, não está sendo bom. E não é por causa de Luanda em si. As makas são de outra natureza. Beijin ainda não sei se é bom ou no bom. Mas saberei em breve. Estarei loguinho naquelas terras do oriente onde ninguém na rua vai entender nada do que eu digo.

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2 Respostas to “China in box”

  1. Diário da África Says:

    O que vc vai fazer na China?

  2. Gabriel Borges Says:

    china??? como assim?

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