Posts Tagged ‘divagações’

Mundo da lua

20/07/2009

Hoje eu queria ter um twitter só para dizer que eu tenho minhas dúvidas de que o homem pisou na lua há 40 anos. Essa história sempre foi toda muito estranha. E agora a Nasa ainda inventa que as fitas originais não existem mais porque eles usaram os rolos para gravar coisas em cima. Ah, ta bom. Quem acredita nisso?

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Esqueci meu próprio telefone….

08/01/2009

Acabou de acontecer uma cena engraçada. Eu fui passar meu telefone do Brasil para uma pessoa e…. não consegui ter a menor idéia do número. Só lembrei que começava com 8. 

Acho que esse esquecimento diz que, nesses três meses, aconteceu tanta coisa para minha cabeça arquivar que coisas menos importantes, como o número do meu celular em SP, simplesmente de deslocaram para arquivos mais remotos do cérebro.

TPM n’Angola

21/10/2008

Quem tem falado comigo nesses últimos dois ou três dias está sabendo que eu estou num sofrimento danado aqui n’Angola. Ando chorosa, saudosa, nervosa. Táva achando isso tudo meio esquisito. Afinal, a escolha de vir para cá foi totalmente minha — e eu já sabia o que iria encontrar pela frente, pois já conhecia Luanda. Saudade do marido e de casa eu sabia que ia sentir (e muita), mas a infelicidade está dramática que só, beirando a breguice. Quando cheguei em casa, depois do trabalho, morrendo de dor de cabeça, achei no meu criado-mudo a explicação de parte desse exagero: só mais três pílulas para tomar. TPM! Ufa! Ai meu Deus, eu não me acostumo com essa vida de mulherzinha.

O que estou fazendo na África

16/10/2008

Antes, eu achava que dava para entender o mundo inteiro só com o cérebro e com as palavras. Agora, acho que dá para entender muito do mundo com o cérebro e com as palavras, mas nem tudo. Agora, acho que há coisas que não existem em forma de palavras, pois são feitas de outra matéria. Agora, acho também que há encontros e compromissos que já estão marcados na nossa vida e, quanto mais a gente foge, mais a gente se aproxima deles.

Em 2005, peguei um avião e fui parar na África sozinha, lá em Angola. Fotografei, viajei, conheci, conversei, aprendi, sorri, sofri, fui jornalista da maneira mais sincera possível.

Em 2008, retorno para Angola, num outro momento da vida. Estou tendo que deixar para trás, ainda que temporariamente, coisas muito importantes. Mas sei que esse é meu caminho. E não é só minha cabeça que diz.