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Os engenheiros na Exame

15/04/2010

Eu tenho feito muita matéria pra Exame, mas acabo não postando aqui o que sai. Essa aqui sobre a falta de engenheiros no mercado foi publicada recentemente.

Os engenheiros não viram mais suco

Durante os anos de estagnação da economia, os engenheiros foram relegados a segundo plano. Agora, que voltaram a ser protagonistas do desenvolvimento, as empresas têm de caçá-los. E a situação pode piorar

ESTUDO E TRABALHO Daniel Debatin (à esq.) e seus colegas, alunos  de engenharia naval, já atuam no Estaleiro Ilha, no Rio de Janeiro: as  empresas buscam talentos nas faculdades
Por Juliana Borges e Renata Agostini | 31.03.2010 | 11h57

Desde 2007, o engenheiro civil paulista Carlos Alberto Gaspar, de 31 anos, já morou em quatro cidades, uma em cada canto do Brasil: São José do Rio Preto, em São Paulo, Telêmaco Borba, no Paraná, Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, e Floresta, em Pernambuco. Na cidade pernambucana há um ano e meio, ele planeja atividades da construtora Encalso num dos lotes das obras de transposição do rio São Francisco. “Tudo tem acontecido muito rápido”, diz Gaspar, formado na Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista, em 2002. “Mal tenho tempo de me adaptar a uma cidade e já recebo uma nova proposta de emprego.”
Pra ler a matéria é só clicar aqui.

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Mundo conectado

06/10/2009

Caiu um livro gringo aqui na minha mão pra eu resenhar. Esses livros de pobreza, empreendedorismo social, história de pessoas que querem mudar o mundo caem lá na Exame e vão parar na minha mão. Não sei por que.

Eu to na orelha ainda, que tem uma história piegas, mas bonitinha. A autora é uma mulher que largou uma carreira internacional num banco para abrir uma organização que capta dinheiro e, em vez de entregar para organismos de caridade, entrega para empreendedores locais de países pobres, que realmente fazem o dinheiro circular.

A tal historinha é assim: tinha um casaco azul que ela usava muito lá na Virgínia. Aí o casaco ficou velho e ela doou. Onze anos depois ela viu um menininho em Rwanda usando o seu casaco, tinha o nome dela na etiqueta. O casaco foi uma simples evidência de como tudo está conectado e como as nossas ações e inações interferem na vida das pessoas around the world.

Ah, o nome do livro eu não vou contar. Vou resenhar primeiro.

Esse cara é legal

20/08/2009

Esse negócio de ser frila e de poder escrever sobre os assuntos que eu gosto é bem divertido. Eu tenho feito basicamente trabalhos ligados ou com África ou com sustentabilidade ou com meio ambiente, que são três coisas que eu adoro.

Tem livro paradidático sobre consumo consciente que vai ser distribuído em escolas de cinco capitais brasileiras, atlas ambiental que fala sobre sustentabilidade e meio ambiente focado numa cidade específica também pra crianças, matérias pra Exame e Exame PME, pra a revista Problemas Brasileiros, além de uns projetos pessoais meio malucos, incertos e muito divertidos. Ainda não da pra mostrar mta coisa, pois nem tudo tá pronto ainda.

Esse aí debaixo já da pra mostrar. É um perfil publicado na Exame sobre o F’ábio Rosa, um empreendedor social gaúcho que leva energia solar de baixo custo para pessoas sem luz no Brasil. Eu fiquei maior fã do trabalho dele. Fizemos várias rodadas de bate papo por telefone, sempre depois das 22h, que é quando ele tinha sossego. Agora to devendo uma visita pra conhecer ao vivo alguma das coisas que ele ta fazendo. Vale ler a matéria, é inspiradora!

Tem a versõ online aqui pra assinantes ou em jpg, abaixo

As melhores e as maiores

09/07/2009

Nessa vida de frila eu acabo passando muito tempo em casa. Vários dias eu tenho que sair para ir a reuniões, entrevistas, cortar textos ou fechar páginas, mas outros vários dias eu e meu computador resolvemos tudo virtualmente. Aí eu estabeleci um compromisso comigo mesma de sair pelo menos uma vez por dia de casa e ver gente, nem que seja na padoca para bater um papo com o maguila e comprar um pão italiano, ou então no supermercado padrão, que entrega em casa e eles todos me conhecem. O que não dá é para passar o dia todo e eu ver apenas a Olga, que é uma gata, e não uma pessoa.

Um dia desses que eu tinha que cumprir o ritual de sair de casa fui cortar o cabelo na vila madalena. Eu tava la de jalequinho, cabelo molhado me encarando naquele espelho todo iluminado por 420 lâmpadas que faz a gente enxergar todos os nossos defeitos ao mesmo tempo e, como não podia deixar de ser, comecei a puxar papo com a cabelereira, que se chama Susy (ou não, ja não me lembro). Quando ela me perguntou qual era minha profissão e eu disse que era jornalista, ela se achou a pessoa mais importante do mundo por estar cortando, pel segunda vez no dia, o cabelo de uma jornalista. Eu bem que tentei explicar que jornalista não era gente importante, muito menos que merece admiração, que as revistas e os jornais e as notícias de hoje estão com qualidade que não dá orgulho, mas às vezes até vergonha, que, por isso, ela não precisava ficar feliz por estar cortando meu cabelo pelo fato de eu ser uma jornalista. Mas a Suzy não deu bola. Ela disse que sem os jornalistas ninguém iam saber de nada do que se passa no mundo e que, por isso, nosso trabalho é, sim, imporante.

Aí acho que ela esatva adorando o jeito que meu cabelo nasce e se comporta, pois ela falou muito bem dele e disse: cada um tem o cabelo que merece. Eu tenho esse cabelo difícil, que precisa fazer escova todos os dias, e ainda bem que sou cabelereira. Já você tem esse cabelo fácil, que nem precisa pentear, porque é ocupada e vive para cima e para baixo.

Bom, eu não me acho importante, e nem sou, e muito menos tenho achado mina profissão nobre. Mas por enquanto (até segunda ordem) é com ela que eu trabalho, me divirto, fico entediada, me irrito, me ocupo, aprendo, me decepciono. De falta de trabalho não to podendo reclamar. Essa aqui (fecha pra assinantes, só da pra ler o abre) é uma matéria que eu fiz pra Melhores e Maiores, da Exame, sobre os maiores grupos empresariais do país. Primeiro fiz uma espécie de telemarketing de luxo pra tentar convencer as assessorias e reunir as ocupadíssimas agendas dos conselhos de administração e posar para uma foto que virou um ensaio fotográfico que ficou muito bacana, mas ainda não consegui o pdf pra postar. Depois fiz umas apurações aí com uns presidentes ou diretores de empresas. Foi um trabalho legal.

melhores e maiores