Posts Tagged ‘kuduro’

Batida

24/09/2009

Enquanto o Filete fica embaçando pra postar as coisas num blog novo que vai ser o maior legal, eu vou postando essas coisas aqui.

Escutem isso agora. Musica da Tuga feita por mangolês. http://www.myspace.com/batida

Sim, kuduro defintivamente é o futuro. Cada dia gosto mais.

batida

Entendeu?

29/08/2009

Pra ouvir o dia inteiro

28/08/2009

Desde que o Filete me pasosu o link da gravadora  Akwaaba Music, eu não consigo parar de escutar a rádio de música africana contemporânea que eles têm lá. Nossa, tem uma coisa mais incrível que a outra. Valapena passar dar uma passada pra conhecer.

Eles fazem isso:

Akwaaba is a fair trade label of music from Africa. We feature music by locally established yet globally isolated artists, regardless of musical style or genre.

At our core is an eclectic catalog of African music, ranging from acoustic and traditional sounds to contemporary fusions of urban and dance styles.The scope of music in Africa is staggering. Our catalog reflects and spreads this wealth, in a simple, straight-forward way.

Akwaaba offers a fair and simple deal: we share our net revenue 50-50 with licensees, and sign directly with the artist whenever possible. We do all the work to spread the music worldwide. We distribute, license, manage and represent the artists.

The internet allows us to directly share the music and the journey with increasingly curious and socially-aware fans. Our trips to Africa are meticulously documented on the site: how we found the music, the story behind an artist or a music scene, tidbits about local culture and trends. Videos, sound bites, photos and words to share this first-hand experience with you, enjoy!

E gravam coisas de artistas muito legais, pelo que eu to ouvindo. Tem os angolanos Fakuma e Sem Transporte.

musicamusica2

Nóis no morro

07/08/2009

Os batuques que hipnotizam, a ginga despreocupada que esnoba os olhos dos outros, a música, a cor das pessoas, os cheiros de coisas boas e coisas estragadas, os sorrisos, a organização pelo caos, o peso do ar, e principalmente, esse jeito de abraçar, de beijar e de ficar a vontade com os outros. Tudo isso me levou para outro tempo, o tempo que eu vivi lá do outro lado do mar. Mas o lugar era desse lado de cá, era Vigário Geral. Mas é tudo parecido, é tudo irmão, ou primo, ou descendente ou sei lá o que.

Um lado se inspira no outro, mesmo que as pessoas nem saibam disso; as energias vão e voltam sem cessar; e quando elas fazem esse percurso natural de ir e vir, elas se transformam, têm outra feição, se reinterpretaram. E quando elas fazem isso elas ganham mais força a ainda para continuar indo e vindo e emocionando e contagiando as pessoas.

Os meninos que dançam e tocam e sincronizam seus movimentos e dão risada enquanto fazem essas coisas todas numa certa altura gritam kuduro. Kuduro é o futuro. Kuduro nasceu lá do outro lado, mas é primo do funk. E quando ele viaja dos Combatentes ou do Sambizanga para Vigário Geral ou Rocinha ou Parada de Lucas ele já não é mais kuduro, é outra coisa. E aqueles meninos sabem de tudo isso.

Esse Waly Salomão fica pintado quadra da entrada de Vigário Geral

Esse Waly Salomão fica pintado quadra da entrada de Vigário Geral

Eu morro de saudade

18/06/2009

disso

Festa cancelada

17/01/2009

festa-kuduro-final

Esse é o convite da festa que aconteceria aqui em casa hj. Quem fez foi meu marido, e eu adorei. Mas a festa foi cancelada.

Fiquei três meses na África correndo o risco de pegar cólera, marburg, ébola, tifo, paludismo e todos os outros tipos de doenças que existem no imaginário coletivo das pessoas quando o assunto é África, mas que dificilmente alguém pegaria em Luanda (salvo o paludismo, ou malária, que é comum por lá). Tudo o que aconteceu comigo foi uma simples infecção alimentar, que acontece em tudo o que é canto quando eu to viajando.

Bastou eu chegar no Brasil pro meu corpo amolecer e eu ficar com uma infecção brava na garganta por dormir com o ventilador ligado duas noites seguidas. Agora to aqui de repouso, com febrinha, dor de garganta e dor no corpo, de molho durante minhas férias, adorando ficar em casa.